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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Todos os caminhos vão dar ao Bando | programação

 
 

 

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Em Fevereiro e Março, Vale dos Barris abre as portas à ficção de outros, às imaginações teatrais de companhias que partilham com o Bando uma rede de afinidades artísticas.
Eles já estão a caminho do Sul.
Chegam de Tondela, partem de Joane. Fazem-se ao caminho a partir da Serra de Montemuro e da cidade do Porto.
Além dos cenários e figurinos trazem António Lobo Antunes, Manuel António Pina e os contos de tradição oral na bagagem.
Vivem connosco durante uns dias e, aos fins-de-semana, abrimos a nossa sala e convidamos o público a assistir aos espectáculos e a conhecer melhor o Teatro ACERT (+), o Teatro da Didascália (+), o Teatro de Montemuro (+) e os Pé de Vento (+).
À chegada vão ter à espera um desafio preparado pela equipa do Bando: um palco povoado por ele mentos cénicos com os quais os actores do grupo acolhido terão que se debater, numa provocação artística que proporcionará a apresentação de um espectáculo único, surpreendente e irrepetível.

Nos meses que aí vêm, todos os caminhos vão dar ao Bando.

 

3 e 4 FEV | Sáb às 21h / Dom às 17h
SENTADA NO ESCURO | ACERT - Tondela (+)
912 438 817 / bilheteira@obando.pt
No sábado, é possível jantar antes do espectáculo mediante marcação prévia.

acert_sentada_no_escuro_5.jpgA partir do livro de António Lobo Antunes "Para Aquela que Está Sentada no Escuro à Minha Espera” (2016), a companhia histórica de Tondela regressa ao Bando com um espectáculo encenado por Pompeu José sobre a dramática história de uma actriz de 78 anos que se debate com a perda de memória.

Texto a partir de "para aquela que está sentada no escuro à minha espera” de António Lobo Antunes
Dramaturgia e encenação Pompeu José
Interpretação António Rebelo, Ilda Teixeira, Pedr o Sousa, Raquel Costa e Sandra Santos
Cenografia
Zé Tavares e Pompeu José Música Gustavo Dinis e Uhai Figurinos Adriana Ventura
Vídeo Alberto Plácido Desenho de luz Paulo Neto Sonoplastia Luís Viegas
Design gráfico e fotografia Zétavares Assistência Ricci-Li Alexandre, Iván Dávila Grande e Deolindo Pessoa
Produção Marta Costa e Rui Coimbra Agradecimentos Carmoserra e Araufer



10 e 11 FEV | Sáb às 21h / Dom às 17h
PRELÚDIO ou A MULHER SELVAGEM | Teatro da Didascália - Joane (+)
912 438 817 / bilheteira@obando.pt
No sábado, é possível jantar antes do espectáculo mediante marcação prévia.

 

teatro_da_didascalia_preludio_site.jpgA jovem companhia da vila de Joane (Famalicão) estreia-se no Bando com um espectáculo poético sobre o lado selvagem e primitivo da condição feminina. A partir de contos da tradição oral e de uma cuidada composição musical, 3 actrizes desenham uma viagem emotiva intimamente ligada à natureza e aos ciclos de morte e renovação.
[trailer do espectáculo]

Encenação
Bruno Martins
Interpretação Catarina Gomes, Cláudia Berkeley, Daniela Marques
Pesquisa, Dramaturgia e Técnicas de narração oral Patrícia Amaral Composição e Direção Musical Rui Souza
Cenografia e Figurinos Sandra Neves Desenho de Luz Valter Alves Confecção de Figurinos Joaquim Azevedo
Apoio à Construção de Cenografia Emanuel Santos e Inês Mariana
Consultoria Científica José Joaquim Dias Marques e Paulo Correia
Operação de Som e Luz João Teixeira e Mariana Figueiroa Produção Ludmila Teixeira
Design Gráfico e Design de Comunicação Rui Verde Fotografia de Cena Paulo Pimenta
Coprodução Teatro da Didascália, Casa das Artes de V. N. de Famalicão, Centro Cultural Vila Flor
Residência Artística Fábrica ASA

 

 


 

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