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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

VALÈRE NOVARINA no Teatro da Politécnica - A INQUIETUDE / O JARDIM DO RECONHECIMENTO (leitura)

 

Na 4ªfeira 20 de Julho, os Artistas Unidos, em co-produção com a Cena Múltipla, estreiam A INQUIETUDE de Valère Novarina com Eduardo Breda e encenação de Francis Seleck. O espectáculo estará em cena até 30 de Julho no Teatro da Politécnica. No dia seguinte, 5ª feira 21 de Julho, apresentamos uma leitura de O JARDIM DO RECONHECIMENTO, também de Valère Novarina, dirigida por Antonio Guedes, com Daniela Rosado, Mariana Gomes e Pedro Matos. E em breve, na próxima temporada, em Março de 2017, Antonio Guedes trará VOCÊS QUE HABITAM O TEMPO de Novarina.

 

A INQUIETUDE de Valère Novarina

 

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Tradução e encenação Francis Seleck Com Eduardo Breda Cenário Catarina Pé Curto Produção Cena Múltipla - Associação Cultural O Mundo do Espectáculo/Artistas Unidos Apoio Câmara Municipal de Almada M14

 

No Teatro da Politécnica de 20 a 30 de Julho

3ª, 4ª e Sáb. às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00

Então sentei-me e disse às pedras: A acção é maldita.

Valère Novarina, A Inquietude

Nesta peça autobiográfica, relato de uma vida frenética e estagnante, Novarina contesta logo à partida a possibilidade do drama. A necessidade de agir acaba em desastre. O homem “animal dotado de linguagem” fala às pedras, aos animais, a Deus (o público?). Falar é um drama e o drama está na linguagem. O enfurecimento do verbo toma o lugar da acção dramática, a palavra é ela própria uma acção e verdadeira matéria do homem. Do vazio inicial ao “nada” final, num tempo desfigurado, assistimos a um confronto entre a escrita e o palco, que o actor, “aventureiro interior, desequilibrista, acrobata e trespassador perfeito”, num discurso descontínuo leva aos ouvidores de teatro.

 

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O JARDIM DO RECONHECIMENTO de Valère Novarina - Leitura

Tradução Ângela Leite Lopes Com Daniela Rosado, Mariana Gomes e Pedro Matos Direcção Antonio Guedes

 

No Teatro da Politécnica, 21 de julho às 19h00

                                

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Três pessoas num jardim: o Boneco de Terra, A Mulher Seminal e A Voz de Sombra. Não reconhecem nem o espaço nem a nossa língua; submetem-se à imagem humana. Questionam a nossa sexualidade e a nossa separação. Por que somos feitos de tempo e no entanto estrangeiros para Ele?

 

 

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VOCÊS QUE HABITAM O TEMPO de Valère Novarina Tradução Ângela Leite Lopes Com Ana Vilela da Costa, Anastasiya Kozubovskaya, Daniela Rosado, Laura Morais da Silva, Mariana Gomes e Pedro Matos Música Paula Leal e Amora Pera  Cenografia Doris Rollemberg Figurinos Nívea Faso Luz Binho Schaefer Encenação Antonio Guedes

 

No Teatro da Politécnica de 2 a 11 de Março de 2017