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Cultura de Borla

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ViViFiCAR: Há 3 exposições de projetos desenvolvidos em colaboração com a comunidade para visitar em Alijó

ViViFiCAR_S Mamede 4_Fotografia © Pedro Sardinha.

Após seis semanas de trabalho intensivo no território, os três artistas em residência no município de Alijó apresentam os projetos que desenvolveram em colaboração com a comunidade, no âmbito do ViViFiCAR, organizado e produzido pela Ci.CLO. As exposições são de entrada gratuita e podem ser visitadas até 11 de junho. Depois de Alijó, o projeto vai ativar encontros imersivos entre outros artistas nacionais e internacionais com as comunidades de Lamego, Mêda e Torre de Moncorvo.

 

18 de abril de 2022 – Dos 12 artistas nacionais e noruegueses que fazem parte do projeto ViViFiCAR, três apresentam agora o resultado do trabalho desenvolvido nas residências artísticas em Alijó. Um português, uma duriense e um norueguês, Alexandre Delmar, Patrícia Geraldes e André Tribbensee são os autores das exposições que podem ser visitadas neste município do Douro, nas freguesias de São Mamede de Ribatua, Favaios e Alijó, até dia 11 de junho.

 

As exposições são o resultado dos “Encontros Vivos” em Alijó, que decorreram entre 28 de fevereiro e 11 de abril de 2022 e tiveram lugar em Alijó, Favaios e São Mamede de Ribatua, contando com a presença de três artistas com práticas e identidades culturais distintas. Durante esse período os artistas viveram nas casas dos embaixadores locais — Ana Cristina Moreira, José Lopes, José Manuel Paroca, Sara Mota – e todo o processo criativo foi acompanhado por uma equipa de moderadores - Gabriela Vaz-Pinheiro, Jayne Dyer, Jon Arne Mogstad e Virgílio Ferreira. Os projetos desenvolvidos são agora apresentados revelando o resultado deste processo colaborativo e participado.

“Ressonância / Resonance”, de André Tribbense, parte do fenómeno da “ressonância” e coloca pessoas, paisagens e elementos de Alijó na mesma frequência de partilha, escuta,  interação e reciprocidade. A exposição do artista norueguês conta com a colaboração da comunidade e pode ser visitada no Salão dos Bombeiros de Alijó.

Questionando-se sobre as identidades de Ribatua, Alexandre Delmar  conduz uma série de interações e abordagens artísticas com os habitantes, os lugares, as histórias e os objetos característicos, que culminam num corpo de trabalhos diversificado, despertando um olhar renovado sobre o território. “Chamar à pedra, fraga” contou com a participação de várias pessoas da freguesia, nomeadamente elementos da Banda Filarmónica de São Mamede de Ribatua. A exposição pode ser visitada na Escola Antiga desta freguesia.

Em coautoria com a comunidade de Favaios, Patrícia Geraldes apresenta “Roga”, um projeto baseado na cooperação, aprendizagem, ancestralidade e sustentabilidade na construção de um abrigo com materiais recolhidos da natureza, e que procura inspirar um futuro comum, em ação com a terra e a arte. Com a colaboração de utentes do Centro de Dia, dos dois Embaixadores Locais, de elementos de um Grupo de Teatro e da Junta de Freguesia, a exposição “Roga” pode ser visitada na Escola Antiga de Favaios.

Mas o ViViFiCAR não fica por aqui. Depois de Alijó, o projeto segue para Lamego, Mêda e Torre de Moncorvo, onde artistas nacionais e noruegueses abraçam as ideias de “viver e ficar”. Para acompanhar todas as novidades e percurso do projeto é possível consultar a informação aqui: https://www.vivificar.pt/.

 

Organizado e produzido pela Plataforma Ci.CLO,  ViViFiCAR é um projeto financiado pelo Programa Cultura do EEA Grants Portugal operado pela Direção-Geral do Património Cultural, através do Connecting Dots – Mobilidade Artísticas e Desenvolvimento de Públicos, e gerido pela Direção-Geral das Artes, na qualidade de Parceiro do Programa. ViViFiCAR é desenvolvido em parceria com a Fundação Museu do Douro, Câmara Municipal de Alijó, Câmara Municipal de Lamego, Câmara Municipal de Mêda, Câmara Municipal de Torre de Moncorvo e Surnadal Billag A/S (Noruega), com o apoio mecenático do Banco BPI e da Fundação "la Caixa", e em colaboração com a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Culture Action Europe e Asia-Europe Foundation.

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