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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

"Voltar a Acreditar na Política", de Miguel Pinto Luz, editado pela Oficina do Livro

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A Oficina do Livro edita o  livro “Voltar a Acreditar na Política”, do vice-presidente da Câmara Municipal de Cascais, Miguel Pinto Luz. O autarca do PSD reflete sobre a situação de Portugal e o papel do nosso país na Europa e no mundo, apresenta soluções para melhorar a vida dos portugueses e aponta o caminho para as cidades do futuro, temas estruturantes para um debate que considera urgente fazer em Portugal: Que país queremos?  

“Miguel Pinto Luz define-se a si próprio como um liberal-social, o que nos traz de volta a esta casa comum dos melhores valores e ideais do centro-direita”, escreve no prefácio Isabel Díaz Ayuso, presidente da Comunidade Autónoma de Madrid, que afirma: “Se a demagogia e as tentações estão a tomar conta da gestão política, temos de mostrar que somos nós, liberais, que realmente melhoramos a vida das pessoas. E não me refiro apenas economicamente, mas também pessoal e socialmente. Porque somos defensores da liberdade, das instituições da democracia liberal como a União Europeia e, sobretudo, amantes de cidadãos livres, dos nossos respetivos países, e da nossa história, grande parte dela partilhada.”

Em “Voltar a Acreditar na Política”, Miguel Pinto Luz dirige-se a todos os portugueses que, nos últimos anos, têm vindo a desiludir-se com os políticos e as forças políticas tradicionais e que, apesar de abertos à mudança, também não se reveem nas mensagens dos novos partidos. Diz que não existe uma fórmula mágica capaz de reverter a quebra de confiança generalizada que se reflete de forma gritante nos números da abstenção, mas o autor, que trabalha há mais de 20 anos no serviço público, acredita que esta tendência corrosiva para os alicerces da Democracia pode ser travada se tanto os políticos como os cidadãos fizerem um exame de consciência e reaprenderem a importância do seu papel na sociedade.

Como podem os atores políticos reconquistar a credibilidade? Como podem os cidadãos voltar a acreditar nos seus representantes e, já agora, participar mais ativamente na construção de uma democracia desenvolvida, equilibrada e justa?

 “É, por isso, urgente voltar a acreditar na política. Não pretendo com este livro pedir desculpa por tudo o que os políticos fizeram, nem acho que tudo o que fizemos mereça um pedido de desculpas. Pretendo, no entanto, parar de fingir que não existe um problema de credibilidade na política, ou de fingir que, a existir, não temos qualquer responsabilidade nele. Muitos políticos, em todos os partidos, estão satisfeitos com os resultados do nosso modelo social. Com uma mediocridade institucionalmente assumida e que se replica automaticamente. Há quase uma arrogância instalada de que o sistema será eterno. Servirá sempre os mesmos. E que os partidos serão os únicos intérpretes desta melodia democrática cada vez mais desafinada.»

Miguel Pinto Luz acredita assim que os valores que defende, como a transparência e uma maior proximidade entre decisores e cidadãos, são a chave para devolver aos portugueses o interesse pela política. O autarca expõe as suas ideias para um País mais competitivo, equilibrado e justo.

MIGUEL PINTO LUZ é engenheiro de formação e político de profissão, mas define-se, em primeiro lugar, como cidadão, pai e marido. Licenciado em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores e Mestre em Redes de Computadores pelo Instituto Superior Técnico – Universidade de Lisboa, tem um MBA da AESE/ IESE Business School (Universidade de Navarra) e está a finalizar o doutoramento em Liderança na Rotterdam School of Management (Universidade Erasmus). Atual vice-presidente da Câmara Municipal de Cascais, é também presidente da Fundação Alfredo de Sousa, vice-presidente da Direção do Turismo da Região de Lisboa e membro da Direção do Fórum Comunitário Inclusivo. Enquanto autarca de Cascais, tem vindo a desenvolver uma visão para o futuro das cidades, com casos de sucesso implementados e reconhecidos internacionalmente, razão pela qual é convidado a intervir em fóruns internacionais sobre smart cities e também sobre o futuro da democracia. Foi secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações, conselheiro nacional do PSD, membro da Comissão Política Nacional de Pedro Passos Coelho e candidato à liderança dos sociais-democratas, nas eleições diretas de 2020.   

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