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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

🔺ZARATAN ▶ 13 ▶ 14 ▶ 15 ▶ OUTUBRO 🔺

 

 

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Versus VIII – Ciclo de Música Antagónica
Araya Berros (ag)  vs. Nuno Torres (pt)


Concertos / Concerts
13 de Outubro às 19H00 /  Octobt 13 at 7pm
Entrada Livre para sócios (quota anual 3 euros) / Free entry for members (3 euros annual fee)

A Associação Terapêutica do Ruído apresenta Versus, um ciclo de concertos a acontecer mensalmente na Zaratan. 
Seguindo um princípio ecléctico de programação, o pressuposto desta nova aventura musical é juntar projectos diferentes entre si, ou até mesmo opostos, numa mesma sessão. Neste aparente antagonismo procuramos pontos de contacto e/ou de divergência que ilustrem de algum modo a complexidade e diversidade das definições estilísticas da música contemporânea.Em cada sessão haverá o lançamento de um cartaz em risografia realizado propositadamente para a ocasião. A convite da Zaratan, diferentes artistas recebem o desafio de criar uma imagem de alguma forma ligada ao tema do antagonismo, inspirada também nas sonoridades dos projectos convidados pela ATR a participar neste ciclo. .Nesta oitava sessão haverá um desafio de saxofones entre a dupla argentina Araya Berros e o português Nuno Torres. O artista convidado é Miguel A. Valdívia
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PERFUSSOM (2)
João Charepe & Patrícia Filipe


14 de Outubro às 19h/ October 14 at 7 pm
Entrada Livre para sócios (quota anual 3 euros) /  Free entry for members (3 euros annual fee)

PERFUSSOM é um novo ciclo de de acontecimentos ao vivo entre performance, música e poesia.
PERFUSSOM segue um caminho nómada e indisciplinado , propondo a mistura de várias linguagens expressivas. Com curadoria de Filipe Leote, acontece uma vez por mês na Zaratan.
Nesta segunda sessão haverá actuações de 
João Charepe & Patrícia Filipe ///

 

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 Ciclo Ñ-DJ

#53 /// ÑDjs ÑãoKafunfo Tapes


15 de Outubro das 16h às 20h / October 15 from 4pm to 8pm
Entrada livre / Free entry


Os ÑãoKafunfo Tapes são mais uma ñaofaceta da multifacetada Associação Terapêutica do Ruído. Armados com leitores de cassetes, completa falta de bom senso e mau gosto q.b. atiram-se às fitas em busca de acertarem na música certa, tentando pelo caminho surpreender e aterrorizar os ouvintes mais desatentos! 
O ciclo Ñ-DJ*s, existe desde a 1ª pré inauguração da Zaratan (finais de 2014) e conta com mais de uma centena de não-aspirantes a dj. Agora, regressa de forma mais permanente ao pátio da Zaratan para ser degustada com um copo de vinho tinto e azeitonas em modo "rave chill out" duas vezes por semana. Haverá sempre algumas surpresas; talvez jogos de consola em modo tela de cinema, quiçá um cocktail tropical, possivelmente uma tosta mista com oregãos, decerto alguém a dançar em tronco nu, porventura velas em cima das mesas, acaso uma conversa filosófica com papel de prata envolta na cabeça.Este ciclo surge como uma prática de exploração musical compartilhada: a Zaratan convida artistas de todas as áreas cujo trabalho seja de alguma forma relacionado com música e que não tenham pretensões ou actuações anteriores como dj´s, para seleccionarem o som utilizando para tal qualquer artifício

 

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 Que farei eu com esta espada?

Curadoria de António Caramelo

FINISSAGE dia 15 de Outubro / Closing on October 15

com/ with: ANDRÉ TRINDADE, DIOGO BOLOTA, FERNANDO J RIBEIRO, ISABEL RIBEIRO, JOANA DA CONCEIÇÃO, JOÃO FONTE SANTA, JOÃO GABRIEL, JOÃO PAULO DANIEL, JOÃO PEDRO RUI, MANÉ PACHECO, MIGUEL PALMA, MOMUS (NICK CURRIE), PEDRO AMARAL, PAULO MENDES, PUTAS BÊBADAS, SARA GRAÇA, SEBASTIÃO RESENDE, RENATO FERRÃO, RUI VALÉRIO, VALÉRIO ISMAELI.


Desde o início a Zaratan confia a organização da sua agenda de exposições aos seus artistas e desta forma encarna uma percepção anti-hierárquica do mundo da arte - onde artistas, curadores, galeristas, críticos e público são todos considerados “jogadores” do mesmo jogo - e abraça a teoria da pratica expandida, no sentido de considerar o artista não só como o “criador” da obra de arte, mas como um operador cultural socialmente imbricado.
A novidade está agora em abrir o convite a outros artistas, que, além de partilharem consistentes percursos artísticos, são acima de tudo artistas implicados de uma generosa vontade de explorar e desenvolver formatos não corrompidos e intuitivos.
Este projecto concretiza-se ao longo de vários meses em propostas expositivas que não apenas envolvem, mas antes partem dos artistas-comissários envolvidos no processo.
Perpassa-se por estimular procedimentos moldados na aceitação da incerteza, articulando uma maneira particular de integrar na curadoria a experimentação, a espontaneidade e a descoberta não submetidas a condições ou compromissos associados a resultados pré-estabelecidos.
A abertura necessária para que estas exposições venham a existir, obriga-nos a evitar a imposição narrativa e a deixar para o público,a tarefa de uma exacta reconstrução dos factos. ///

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